window.advanced_ads_ready=function(e,a){a=a||"complete";var d=function(e){return"interactive"===a?"loading"!==e:"complete"===e};d(document.readyState)?e():document.addEventListener("readystatechange",(function(a){d(a.target.readyState)&&e()}),{once:"interactive"===a})},window.advanced_ads_ready_queue=window.advanced_ads_ready_queue||[];

sambafoot

sambafoot - verdadeiro inimigo da feira livre

sambafoot - verdadeiro inimigo da feira livre

Vai à feira livre? Esqueça o preço do tomate. Olhe os caminhões que carregam esse tomate

Quando vamos à feira livre, presentes em muitas cidades brasileiras, como Santos, São Paulo, Campinas e outras, estamos de olho nos preços do tomate que como dizia minha vó Eva, estão “pela hora da morte”. E não só o tomate, mas a banana, que faz tempo não se vende mais por duzia, mas por kg, e além dela, frutas em geral. Enfim, tudo fica mais caro de uma semana para outra na feira livre.

Caminhando em direção à feira, para comprar um pastel e tomar uma garapa (como era chamado o caldo de cana), comecei a observar as condições dos veículos – especialmente os caminhões – que transportam os tomates e as bananas.

Salvo raras exceções, todos seguem o padrão flagrado pelo meu celular. Caindo aos pedaços, com portas prestes a cair pelo caminho, pneus nem mais de carecas podem ser chamados. Aliás, não podem mais ser chamados de pneus, tal a condição em que a maioria deles se encontra.

E, se você vai para as feiras na “hora da xepa”, quando os preços do tomate caem, vai ver os caminhões tendo seus motores acionados. É nessa hora que a gente esquece pneus carecas, portas caindo e outros pecados. Isso porque o diesel queimado, com sua fumaça escura, e mais que poluente, invade as barracas e as nossas narinas.

Então as feiras perdem o encantamento com seus velhos jargões como “moça bonita não paga! Mas também não leva”!!!!

E essa situação permanece assim, há muito tempo! Duvida? Vá à feira perto da sua casa e constate a realidade dos transportadores de tomate.   

Mais conteúdo:

DEIXE SEU COMENTÁRIO
chicolelis

chicolelis

chicolelis começou no jornalismo em 1960, no jornal A Tribuna (Santos/SP), passou pela Ford, onde foi aluno do mestre Secco, foi para a Goodyear, depois para O Globo (Sucursal de São Paulo) e dali para GM, onde ficou por 18 anos. Em seguida, fez consultoria para a Portugal Telecom e depois editor do Caderno de Veículos do Diário do Comércio (SP) 🙋 PARCERIAS: apartamentos-rosa.com@gmail.com

Deixe seu comentário. Sua opinião é muito importante pra nós!:

%d blogueiros gostam disto:
sambafoot Mapa do site