window.advanced_ads_ready=function(e,a){a=a||"complete";var d=function(e){return"interactive"===a?"loading"!==e:"complete"===e};d(document.readyState)?e():document.addEventListener("readystatechange",(function(a){d(a.target.readyState)&&e()}),{once:"interactive"===a})},window.advanced_ads_ready_queue=window.advanced_ads_ready_queue||[];

sambafoot

Ligado na visibilidade

Ligado na visibilidade

amanhecer2

 

Ter a melhor visibilidade possível é um dos fatores mais importantes para uma direção segura. Principalmente à noite, quando se trafega por uma estrada onde a iluminação noturna, às vezes, só ocorre em pequenos trechos e, assim mesmo, perto de alguma cidade. Por isso, o mais seguro é viajar durante o dia, quando se tem uma noção muito mais clara do que está ocorrendo à frente. Mas, tem horas que isso não é possível e você tem que fazer uma viagem que começa de madrugada e termina de dia; ou, ao contrário, começa de dia e termina à noite. E é aí que surgem dois acontecimentos naturais que diminuem nossa visibilidade: o amanhecer e o anoitecer.

Tudo bem, você vai dizer que ao amanhecer, à medida que o sol sobe, a luz vai ajudar a melhorar a visibilidade. Sim, mas é preciso ficar ligado quando ele fica na linha do horizonte. No início da manhã, a luminosidade intensa pode cegar por alguns instantes ou dificultar a visibilidade. Use óculos escuros, abaixe o para-sol e regule a altura do banco ou puxe o encosto para frente. Você pode, também, desviar um pouquinho o olhar para baixo ou para o lado evitando a luz direta.

[su_slider source=”media: 4783,4787″ link=”image” target=”blank” title=”no”]

No cair da tarde, o outro acontecimento: o lusco-fusco, nome estranho que define o momento de transição entre o dia e a noite. Lusco, que significa ter pouca visão e fusco, algo escuro que se tornou fosco. O grande problema nesse momento, na estrada sem iluminação, é que antes da noite cair, nosso mecanismo de visão sofre uma mudança e os olhos ficam muito mais sensíveis. Daí a redução de visão e da noção de distância. O fenômeno dura pouco tempo, mas é um risco muito grande. E os faróis, que já devem estar acesos, não resolvem quase nada.

O ideal, nesse momento, é parar o veículo e deixar a noite cair. Se não tiver como parar, pelo menos diminua a velocidade e procure se acostumar com a nova condição de visibilidade e, só então, siga em frente.

 

Fotos: reprodução internet

DEIXE SEU COMENTÁRIO
Emilio Camanzi

Emilio Camanzi

Emilio Camanzi  é um jornalista experiente e formador de opinião, com mais de 56 anos de trabalho dedicados a área automobilística. Seu trabalho sempre foi norteado pela busca da seriedade e credibilidade da informação. Constrói suas matérias de forma técnica, imparcial e independente, com uma linguagem de fácil compreensão. https://www.instagram.com/emiliocamanzi/ 🙋 PARCERIAS: apartamentos-rosa.com@gmail.com

2 thoughts on “Ligado na visibilidade

  1. Eu acho particularmente difícil dirigir em períodos de transição de luminosidade e durante a noite. Além dos fatores mencionados no texto, algo que me atrapalha demais é o farol dos carros em sentido oposto. Mesmo quando abaixam e mesmo desviando o olhar para a margem direita da via, meus olhos chegam a ficar irritados como se numa condição alérgica. Uso lentes fotossensíveis mas elas nem chegam a escurecer o suficiente. Como isso me atrapalha demais, prefiro não dirigir em vias sem iluminação à noite.

Deixe seu comentário. Sua opinião é muito importante pra nós!:

%d blogueiros gostam disto:
sambafoot Mapa do site

1234