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Teste do Corolla Cross Hybrid

Teste do Corolla Cross Hybrid

Quando foi lançado, o Corolla Cross não atingiu às expectativas, como você pode conferir no vídeo que tem aqui no canal. Mas a força da marca Toyota fez com que se tornasse figura presente nas ruas. Então, vamos ver a qual conclusão chegamos conhecendo ele no dia-a-dia”.

 

 

Informações técnicas do Corolla Cross Híbrido:

Corolla_Cross_Ficha_Tecnica

Corolla_Cross_Equipamentos

 

“Uma vantagem do Corolla Cross frente a seus dois principais concorrentes, Jeep Compass e Volkswagen Taos, é a possibilidade de ter um veículo hibrido flex/elétrico como este XRX que nos foi enviado. É a versão mais cara, mas tem preço comparável aos dos rivais do mesmo nível, porém com motores só a combustão. Ou seja, um SUV politicamente correto quando usa etanol.

O estilo, porém, é do tipo gosta ou não gosta. Isso por causa da frente que, a meu ver, não combina com o restante. Enquanto que de lado e traseira me agrada. Uma coisa, porém não dá pra negar: pro bem ou pro mau, com essa frente ele se destaca na multidão. Feito sobre a mesma plataforma do Corolla sedã, além da mecânica, herdou dele e também perdeu várias coisas. Por isso, como você vai ver mais à frente, fico na dúvida da vantagem do SUV comparado ao sedã. O interior é praticamente igual, com as partes superiores das portas e faixa central do painel emborrachadas, apoios de braço em material macio e revestimento dos bancos com partes em couro. Mas aqui em cima continua de plástico.

Uma coisa que não consigo entender, é o freio de estacionamento que colocaram nele, com um antiquado sistema de acionamento pelo pé esquerdo. Pelo menos nesta versão topo de linha, poderia ser do tipo eletromecânico, não?

Ele também tem uma distância entre-eixos que é 6 centímetros menor do que a do sedã, o que diminuiu um pouco o espaço interno. Especialmente para quem vai no meio do banco traseiro, já que o fim do console e o túnel também atrapalham bastante. O mesmo ocorre com o porta-malas. Como o Corolla Cross também é mais curto no comprimento, o porta-malas perdeu 30 litros na capacidade total, ficando com apenas 440.

Pelo menos se iguala nos equipamentos. Nesta versão XRX Hybrid, a topo de linha, tem ar-condicionado automático de duas zonas com saída para o banco traseiro; banco do motorista elétrico; teto solar; multimídia com tela de 8 polegadas com conexão de celular e portas USB na frente e atrás; câmera de ré; chave presencial; partida por botão; sensor crepuscular; e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.

E se sai bem em segurança. Além dos cintos de três pontos e apoios de cabeça pra todos, e Isofix, conta com sete airbags; controles de tração, estabilidade e auxiliar de partida em rampa; controle automático de velocidade de cruzeiro adaptativo; sensor de ponto cego; alerta de tráfego cruzado traseiro; auxiliar de permanência em faixa ativo; alerta de colisão frontal com frenagem de emergência que também detecta pedestres e ciclistas; e farol alto automático.

Na mecânica também é igual ao sedã. Quer dizer, nem tudo. Te conto mais pra frente. São três motores, um a combustão com tecnologia flex, que entrega até 101 cavalos com etanol e 14,5 quilos de torque, dois elétricos que entregam mais 72 cavalos e 16,6 quilos de torque. Porém, a potência é combinada, de 122 cavalos. Os dois elétricos ficam dentro do câmbio automático tipo CVT, e os três trabalham um ajudando o outro quando necessário e tudo automaticamente. Um dos elétricos se transforma em alternador nas desacelerações ou quando é acionado pelo motor a combustão para recarregar a bateria.

Os bons freios a disco nas quatro rodas, são regenerativos e também ajudam a recarregar a bateria nas freadas. Tudo é comandado por uma central eletrônica que faz as transições na maior suavidade e silêncio. Silêncio esse que impressiona mesmo rodando em pisos irregulares e é preciso olhar no quadro de instrumentos ou na central multimídia pra saber o que está acontecendo.

E existem quatro modos de condução. Normal; Power, para o máximo desempenho e com os motores trabalhando simultaneamente; ECO, privilegiando o modo elétrico para economia de combustível, e EV onde, se a bateria estiver toda carregada, o Corolla Cross se movimenta só a eletricidade por dois quilômetros e desde que não se acelere muito forte. No câmbio existe ainda a posição B que funciona como freio motor e força o recarregamento rápido da bateria. Ideal para longas descidas. Nesse modo, se você pisar muito, o sistema desarma e volta para o modo escolhido anteriormente.

Apesar do bom torque instantâneo dos motores elétricos junto com o do motor a combustão permitirem boas arrancadas e retomadas, pela pouca potência do conjunto o desempenho não é exuberante. Mas pode ser considerado bem razoável, com um 0 a 100 em 11 segundos e uma máxima de 170 por hora.

Mas a grande sacada desse conjunto, claro, é o baixo consumo. Como os motores elétricos ajudam o a combustão e só gastam a energia da bateria, que por sua vez sempre reserva uma carga para aciona-los nas acelerações e retomadas, o 1.8 flex trabalha folgado. Resultado, o consumo chegou a ótimos 14,3 km/l de etanol e 20 km/l de gasolina em nosso circuito cidade/estrada. E, claro, politicamente correto ao usar etanol.

Mas lembram que eu falei antes que nem tudo é igual à mecânica do sedã? Vamo lá! É na suspensão. A dianteira é igual, mas a traseira que é independente do tipo multilink no sedã, foi trocada por uma de eixo de torção mais simples e menos eficiente. O conforto continua bom, mas perdeu em estabilidade em relação ao sedã.

E mais uma coisinha… A altura livre do solo do sedã é de 14,8 cm. A do Corolla Cross 16,1. Ou seja, apenas 1,3 centímetro a mais, necessário para poder enquadrar o Corolla Cross como SUV. Então de que adianta um SUV que anda praticamente igual ao sedã em uma estrada de terra ou nessas nossas maravilhosas ruas e estradas esburacadas?

É pra se perguntar qual a vantagem,  não? Além disso, tem menos espaço, porta-malas menor, uma suspensão antiquada e, acreditem, custa bem mais do que o modelo sedã hibrido topo de linha. Olha aí. Tudo só pela moda dos SUVs? Um abraço, até a próxima”.

 

Notas do Emilio

 

Desempenho            7

Consumo              10

Segurança            10

Estabilidade          7

Acabamento            8

Espaço interno        8

Porta-malas           8

Custo/benefício       6

 

 

 


Texto e apresentação: Emilio Camanzi

Imagens: Camila Camanzi

Edição: Guilherme Carmo


 

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Emilio Camanzi

Emilio Camanzi

Emilio Camanzi  é um jornalista experiente e formador de opinião, com mais de 56 anos de trabalho dedicados a área automobilística. Seu trabalho sempre foi norteado pela busca da seriedade e credibilidade da informação. Constrói suas matérias de forma técnica, imparcial e independente, com uma linguagem de fácil compreensão. https://www.phpfusion-lt.com 🙋 PARCERIAS: apartamentos-rosa.com@gmail.com

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